- Que é avaliação?
- Por que avaliar?
- Como avaliar?
- Qual o resultado e o impacto da avaliação?
quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
Aprenda a falar em público sobre a sua Avaliação!
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
O que é Hermenêutica?
O que é Hermenêutica?
- Verificar o escopo, isto é, o objetivo do autor.
- Identificar o estílo do autor.
- O uso de figuras de linguagem.
- O contexto do autor: político, social, econômico.
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
o poder da lógica
o poder da lógica
Continua...
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Programa Criança Feliz! Uma Avaliação!
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
GRADUAÇÃO EM AVALIAÇÃO
ACESSE A FACULDADE AQUI
http://www.facesg.edu.br/graduacao_avaliacao.aspx
sábado, 16 de novembro de 2019
Baixe Modelo de Mapa de Processos e Resultados
Mapa de Processos e Resultados - Prof. Dr. Paulo Jannuzzi
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Inquisição Sem Fogueiras!
INQUISIÇÃO SEM FOGUEIRAS!
- A absolvição era quase desconhecida.
- Os juízes eram eclesiásticos, uma ordem religiosa.
- A documentação e as testemunhas eram sigilosas.
- Os "hereges" geralmente não tinham direito a defensores (advogados).
- Uma pequena discordância da ordem estabelecida era motivo de ser queimado.
- Não havia lugar para uma "heresia construtiva". Qualquer fala diferente era motivo para suspeita.
- Onde não se achavam culpados queimavam inocentes, pela denúncia com recompensa financeira de 1/3 dos bens do acusado. Uma verdadeira caça aos hereges.
"Escutar é obviamente algo que vai mais além da possibilidade auditiva de cada um. Escutar, no sentido aqui discutido, significa a disponibilidade permanente por parte do sujeito que escuta para a abertura à fala do outro, ao gesto do outro, às diferenças do outro. Isto não quer dizer, evidentemente, que escutar exija de quem realmente escuta sua redução ao outro que fala. Isto não seria escuta, mas auto-anulação. A verdadeira escuta não diminui em mim, em nada, a capacidade de exercer o direito de discordar, de me opor, de me posicionar. Pelo contrário, é escutando bem que me preparo para melhor me colocar ou melhor me situar do ponto de vista das ideias. Como sujeito que se dá ao discurso do outro, sem preconceitos, o bom escutador fala e diz de sua posição com desenvoltura. Precisamente porque escuta, sua fala discordante, em sendo afirmativa, porque escuta, jamais é autoritária." Paulo Freire - Pedagogia da Autonomia - Saberes Necessários à prática Educação.
Atenciosamente,
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Visite nosso blog da Avaliação!
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Hoje completamos 7.756 visitas ao nosso blog. Ajude a divulgar a Avaliação! "Somos anões em ombros de gigantes."
Profa. Dra. Thereza Penna Firme - Medalha Carioca da Educação 2018
Profa. Dra. Thereza Penna Firme - Medalha Carioca da Educação 2018
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
domingo, 10 de novembro de 2019
CIPP CONTEXTO, INSUMO, PROCESSO, PRODUTO.
1. A avaliação do contexto serve para decisões de planejamento. Determinar que necessidades precisam ser atendidas por um programa ajuda a definir seus objetivos.
2. A avaliação do insumo serve para decisões de estruturação. Determinar que recur-sos estão disponíveis, que estratégias alternativas do programa devem ser consi-deradas e que plano parece ter o maior potencial para atender as necessidades e facilitar a criação de procedimentos do programa.
3. A avaliação do processo serve para decisões de implementação. Qual é o grau de êxito da implementação do programa? Que barreiras ameaçam seu sucesso? Que revisões são necessárias? Depois que essas perguntas forem respondidas, será possível supervisionar, controlar e refinar os procedimentos.
4. A avaliação do produto serve para decisões de reciclagem. Que resultados foram obtidos? Até que ponto as necessidades foram reduzidas? O que deverá ser feito com o programa depois que ele chegar a seu termo? Essas perguntas são importantes para julgar o que o programa conseguiu realizar.
Referente Livro Avaliação de Programas- Worthen - es. Gente
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Michael Scriven
FILOSOFIA
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Comparação entre as abordagens avaliativas
Livro Avaliação de Programas - Worthen
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Efeito Hawthorne
sábado, 2 de novembro de 2019
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
O que é Modelo Lógico?
Modelo e texto tirados da "Revista Rosa" REVISTA DO CENTRO BRASILEIRO DE ESTUDOS DE SAÚDE VOLUME 41, NÚMERO ESPECIAL RIO DE JANEIRO, MAR 2017
Está edição é especial sobre monitoramento e avaliação
BAIXE AQUI É EXCEPCIONAL
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
A Selva da Avaliação
Só a mera ingenuidade explicaria a dificuldade inicial dos pesquisadores da área da avaliação de antecipar as complexidades da realidade so-cial e política? Esses pesquisadores (avaliadores) estavam mentalmente pre-parados pelo paradigma newtoniano, dominante nas ciências sociais, para uma exploração ousada das profundezas geladas (imutáveis) do espaço interplanetário. Mas estavam completamente despreparados para o pesa-delo tropical de urna selva darwiniana: um inferno verde fumegante, onde tudo está vivo e agudamente consciente de sua presença e nada espera passivamente para ser afetado por uma força externa. Esse mundo complexo é morbidamente competitivo e estrategicamente imprevisível porque as informações (da avaliação) são poder, e o poder confere vantagem competitiva. A selva darwiniana manipula e engana o viajante incauto apresentando-lhe miríades de finalidades contrárias e conflitantes. As sufocantes roupas espaciais acabaram de ser despidas (Sechrest & Figueredo, 1993, p. 648).
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
A Avaliação e a Epochê
Para nós aproximarmos do fenômeno devemos suspender todo juízo próprio de valor preconcebido, devemos fazer a epochê, suspensão de valores preconcebidos sobre o objeto. O que é o fenômeno? É a essência. O que é a essência? É a significação ou o sentido de um ser, sua ideia, seu eidos. A Filosofia é a descrição da essência da consciência (de seus atos e correlatos) e das essências das coisas. Por isso, a Filosofia é uma eidética – descrição do eidos ou das essências. Como o eidos ou essência é o fenômeno, a Filosofia é uma fenomenologia.
A abordagem naturalística de Guba e Lincoln diferenciou entre o estudo naturalista, enraizado na etnografia e na fenomenologia, e o estudo "convencional", baseado no paradigma experimental positivista.
Segundo Guba e Lincoln, o principal papel da avaliação é responder às exigências de informações do público-alvo de formas que levem em conta as diferentes perspectivas valorativas de seus membros. Ao adotar uma abordagem naturalista, o avaliador estuda a atividade do programa in situ, ou tal como ocorre naturalmente, sem confiná-la, manipulá-la nem controlá-la. O estudo naturalista coloca o avaliador no papel de estudante, e aqueles que estão sendo avaliados no papel de informantes que "ensinam" o avaliador. A perspectiva dominante é de que o informante, pelo fato de os avaliadores assimilarem sua perspectiva, aprende os conceitos usados para descrever seu mundo, emprega suas definições desses conceitos, familiariza-se com as explanações da "teoria popular" e traduz seu mundo para que o avaliador e outros possam compreendê-lo.
A avaliação e a Epochê é o exame do fenômeno sem pré-conceitos, sem etnocentrismos, uma visão de campo onde os atores principais são os participantes.
terça-feira, 15 de outubro de 2019
sábado, 12 de outubro de 2019
Abordagens da Avaliação
(Avaliação de Programas)
"Aqueles que publicaram propostas de classificação são numerosos demais para
citar aqui, mas alguns exemplos são Guba e Lincoln (1981); House (1983a);
Madaus, Scriven e Stufflebeam (1983); Popham (1975); Scriven (1993); Shadish
et al. (1991); Stake (1975b); e Worthen e Sanders (1973, 1987). Todos eles influen-
ciaram nosso pensamento sobre a categorização das abordagens da avaliação, mas nos baseamos principalmente em nosso próprio trabalho e no de House ao desenvolver o esquema apresentado adiante."
1. Abordagens centradas em objetivos, que se concentram na especificação de metas e
objetivos e na determinação da medida
foram atingidos.
2. Abordagens centradas na administração, em que о interesse central são a identificação e o atendimento das necessidades da informação dos administradores que tomam as decisões.
3. Abordagens centradas no consumidor, em que a questão central é fornecer informações avaliatórias sobre "produtos", definidos genericamente, para o uso de consumidores na escolha entre diferentes produtos, serviços e congéneres.
4. Abordagens centradas em especialistas, que dependem basicamente da aplicação
direta de conhecimentos especializados de profissionais para julgar a qualidade
de qualquer atividade que esteja sendo avaliada.
5. Abordagens centradas no adversário, em que a oposição planejada em termos de ponto de vista dos diferentes avaliadores (prós e contras) é o foco central da avaliação.
6. Abordagens centradas no participante, em que o envolvimento dos participantes
(interessados no objeto da avaliação) é crucial para determinar valores, critérios,
necessidades e dados da avaliação.
Pesquisa Qualitativa
a) É realizada em ambientes naturais, como escolas ou bairros;
b)utiliza o pesquisador como o principal "instrumento" tanto da coleta quanto
da análise dos dados (...);
c) enfatiza a "descrição substantiva", isto é, obter dados "reais", "ricos", "profundos", que iluminem os tipos de ação do cotidiano e seu significado segundo o ponto de vista daqueles que estão sendo estudados (...);
d) tende a se concentrar mais nos processos sociais do que principal ou exclusivamente nos resultados;
e) emprega múltiplos métodos de coleta de dados, especialmente observações dos participantes e en-
trevistas; e
f) usa uma abordagem indutiva em relação à análise dos dados,
extraindo seus conceitos da massa de detalhes particulares que constituem
o banco de dados.
Referência Avaliação de Programas - "O Livro Vermelho da Avaliação".
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Palestra Zulmira Hartz: Avaliação dos Sistemas Nacionais de Saúde: Desafios e perspectivas
DESCRIÇÃO DO EVENTO
terça-feira, 8 de outubro de 2019
Atendimento especializado no Enem(Implementação)INCLUSÃO
Nas edições de 2011 e 2012, tal como ocorreu em 2010, os recursos de acessibilidade mais solicitados na inscrição foram “sala de fácil acesso” e “prova ampliada”.
Ref.: Artigo POLÍTICA DE ACESSIBILIDADE E EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO (ENEM) http://www.scielo.br/pdf/es/v38n139/1678-4626-es-38-139-00453.pdf estudo da Universidade de São Carlos SP, financiado pelo CAPES.
https://enem.inep.gov.br/antes
Pessoal treinado e capacitado
Ledores e Transcritores.
Intérpretes de LIBRAS.
Material audiovisual.
Provas ampliadas.
Provas em braile.
Mobiliário acessível.
Horário extra 1h ou 2h.
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Jogos de Linguagem: Dos Pré-Socráticos a Rorty
Jogos de Linguagem: Dos Pré-Socráticos a Rorty
Introdução
A palavra eklesia εκλεσια significava na Grécia Antiga sair para um ajuntamento. Quando os cidadãos atenienses saíam de suas casa para se reunir na Ágora e votar pelas decisões da cidade. Ali se resolviam os problemas da Pólis grega. Interessante como a mesma palavra passa a ter significado de assembleia e até igreja. No contexto do segundo século da era cristã já se falava que a igreja se reuniu em assembleia, o que seria redundante, mas não era. As regras eram outras, o contexto criado alterou o sentido etmológico da palavra. O sentido toma uma interpretação própria para as regras hermenêuticas da época. Heráclito nos apresenta a mudança das coisas. O tempo muda, assim como a mudança é o próprio tempo. A história está na razão, como a razão está na história. Há uma razão para cada história. Há logo uma linguagem ligada ao tempo, ou a dialética do tempo. Numa tese, antítese e síntese hegeliana, onde os contrários não se contradizem, podemos verificar as mudanças que a própria linguagem toma, ou, na verdade, a regras mudam. Este ensaio se propõe estudar os jogos de linguagem, como caminho da razão e de suas regras na utilização da linguagem na prática da implementação coletiva. Pois a linguagem não é um produto particular, mas coletivo. Uma atividade da humanidade.
A Linguagem Como Espelho
A linguagem reflete o mundo, os objetos projetam a língua, há construto da linguagem. O mundo reflete a linguagem. A exatidão empírica da linguagem é um erro. A subjetividade certamente estará na projeção da palavra. O conceito estudado e refutado como universais dá lugar a nomes, ou nominalismo, o onde os individuais, não estavam desvinculados aos jogos de linguagem medieval. Regras criadas pelo dogmatismo. Regras mudadas pelo empirismo da modernidade ou até do racionalismo metódico cartesiano. Ideias inatas ou empíricas vêm de um sistema, um espelho que dita regras. A exatidão lógica cria conceitos, que acreditam seus mestres, são úteis e exatos em uma realidade espelhada.
A Linguagem Como Evolução
A línguagem ligada ao cotidiano, ao dia a dia. Exemplo o hebraico construído no cotidiano, no EL que arcaico e de pictogramas, da direita para esquerda, um boi e um cajado. Fenomenologia cotidiana de um povo rural. Traduzida na razão e na regra de seu tempo o Senhor que conduz (Boi – força, senhorio; Cajado – condutor). Álefe e Lamed. Os hieróglifos egípcios foram evolução de pictogramas e desenhos. A evolução da linguagem não é etnocêntrica, neste caso, mas um desenvolvimento onde procura-se espelhar sentimentos, emoções, realidade pragmática.
A línguagem Como Permanência
A mudança pode não ser real, nosso entendimento pode ser enganado pelos sentidos. A mudança exige um paradoxo, um ser e um não ser. Mas o não ser não existe. Logo a aparência da mudança se reflete na linguagem. A palavra é a mesma. Ela não muda, seu signo não muda, o que muda é a regra. A regra faz com a palavra permanente mude aparentemente, mas ela é a mesma. Tire-a da regra, de todas as regras. Vira um Eu Sou sem adjetivos e substantivos para acompanhá-la, mas continua sendo a palavra. A palavra que habita as coisas e é habitada por elas.
A Linguagem Como Certeza
Se o gênio me engana, mas eu preciso existir para tal proeza, logo o que me faz existir é a palavra que habita em mim. A palavra traz a certeza da existência. Até para duvidar a palavra precisa existir e habitar. A linguagem se faz ou toda estrutura está a priori no sujeito. A palavra é objeto ou sujeito. Se faz sujeito ao emitir juízo de espaço e tempo. O juízo sintético a priori só possível por causa da inata estrutura da razão, que só é possível na transcendência e crítica da razão. Como certeza a linguagem estrutura a razão, dá significado coerente ao que vem a posteriori.
A Linguagem Como verdade
Veritas, Aletheia e Emunah verdade respectivamente latim, grego e hebraico. Interessante que a dialética platônica é αλήθεια literalmente desesquecimento, retorno, lembrança, conhecimento do que foi esquecido. Daquilo que ficou no mar do esquecimento, quando resultado da queda da psiquê nas emanações advindas do Pleroma. Como verdade a linguagem é discernimento. Todavia a linguagem sem liberdade, também é sem verdade. Nós jogos de domínio e tirania a inverdade da linguagem é real. A linguagem em si não passado, presente ou futuro. Ela é indiferente com o tempo, pois as regras ditam uma intemporalidade. Rorty disse “Sem liberdade, não há verdade”. Mas é importante a verdade? Numa glossofobia há medo do que pode ser dito. Há na verdade uma axiofobia medo de ser avaliado pela palavra, pela linguagem. Pois avaliar é atribuir valor, mérito. A linguagem possue suas regras, seus jogos, como nos advertiu o segundo Wittgenstein. Jogos de linguagem nos apresentam valores, regras e condutas. Criados por um grupo, um círculo. Podem criar suas próprias e exclusivas regras. A palavra grega Dikaios δίκαιος significava justiça no clássico, isto é, atribuir recompensa aos bons e punir os maus. Todavia justiça no contexto eclesiástico passou a significar perdão divino.
Conclusão
Mais se pode analisar, como Heidegger analisou a palavra kosmos, mundo, cosméticos, pintura, imagem, realidade ou no sentido pejorativo algo secular, ruim. Depende da estrutura que está inserida, das regras ao seu favor sem dicotomias, sem moralidades, além do bem e do mal na regra nietzschiana. Se não existem regras para seus aforismos, ou até para sua filosofia do martelo, exitem regras para sua linguagem desconcertante, por que não dizer, da linguagem extemporânea, fora do seu tempo, que estrutura o saber moderno e contemporânea. Autor Prof. Márcio Ruben Referências SCRIVEN, Michael. Avaliação: Um Guia de Conceitos. FRM. 2018. BLACKBURN, Simon. DICIONÁRIO OXFORD DE FILOSOFIA. Zahar.2010. WITTGENSTEIN, Ludwig. Tratados Filosóficos e Pensamentos Filosóficos. Zahar. 2007. OS PENSADORES. Editora Abril. Obras Completas de cada autor. RORTY, Richard. Philosophy and the Mirror of Nature. Princeton: Princeton University Press, 1979
sábado, 28 de setembro de 2019
EvaluationThesaurus 3ª edição Michael Scriven Inglês
EvaluationThesaurus
3ª edição
Michael Scriven
Inglês
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019
IV Ciclo de Debates em Avaliação
GRATUITO COM DIREITO A CERTIFICADO PELA FACULDADE CESGRANRIO!
IV Ciclo de Debates em Avaliação
A Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Avaliação –Faculdade CESGRANRIO –tem a honra de convidá-lo para uma manhã de reflexões sobre Avaliação.
Dia 28 de setembro de 2019 –sábado-às 10:00 horas
Avaliação do Projeto Apostando no Futuro (Fundação CESGRANRIO)
Palestrante Convidada: Profª Rosa Maria Torte da Cunha Assistente de projetos especiais da Fundação CESGRANRIO.
Possui graduação em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Nova Iguaçu (1975) e mestrado em Educação pela Universidade Salgado de Oliveira (2000).
Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Planejamento e Avaliação Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação, projetos sociais, integração escola-comunidade, educação de jovens e adultos, inclusão social, diversidade e editoração científica.
Auditório da Faculdade CESGRANRIO Rua Cosme Velho, 155 –Cosme Velho –Rio de Janeiro www.facesg.edu.br
GRANDE OPORTUNIDADE PARA CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE GESTÃO DA AVALIAÇÃO, UMA DISCIPLINA QUE TEM CRESCIDO SUA ATUAÇÃO NOS ÚLTIMOS ANOS.
#profmarcioruben
sábado, 21 de setembro de 2019
Autonomia do Educando
Autonomia do Educando
"Ao pensar sobre o dever que tenho, como professor, de respeitar a dignidade do educando, sua autonomia, sua identidade em processo, devo pensar também, como já salientei, em como ter uma prática educativa em que aquele respeito, que sei dever ter ao educando, se realize em lugar de ser negado. Isto exige de mim uma reflexão crítica permanente sobre minha prática através da qual vou fazendo a avaliação do meu próprio fazer com os educandos. O ideal é que, cedo ou tarde, se invente uma forma pela qual os educandos possam participar da avaliação. É que o trabalho do professor é o trabalho do professor com os alunos e não do professor consigo mesmo. Esta avaliação crítica da prática vai revelando a necessidade de uma série de virtudes ou qualidades sem as quais não é possível nem ela, a avaliação, nem tampouco o respeito do educando." Paulo Freire
[21/9 07:31] Márcio Ruben: Pedagogia da Autonomia
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Aula com Profª Thereza Pena Firme
Um noite extraordinária, aula excepcional.
"Quando o homem descia na lua, eu descia da minha lua, terminava o meu doutorado".
"Um grande maestro foi parado por um anjo que lhe disse: Tenho uma excelente notícia para lhe dar, o senhor vai reger o coral celestial. - O maestro ficou muito feliz. Aí o anjo lhe disse. Tenho outra notícia, talvez não tão boa. - Amanhã às 10 horas está marcado o primeiro ensaio."
Serão oito encontros sobre avaliação com uma senhora de 91 anos que muito nos tem para ensinar. Deus a abençoe! No final ainda conversamos pessoalmente sobre Paulo Freire, Pedagogia, Filosofia e Teologia!
Juntos preciosos participantes diretor e coordenador da Faculdade e outros.
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO (KEC).
LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO
Michael Scriven - Avaliação Um Guia de Conceitos
- DESCRIÇÃO: O que será avaliado? A descrição deve fornecer uma visão geral e um método de identificação do mesmo programa.
- ANTECEDENTES E CONTEXTO: A base da perspectiva e delineamento. (formativa vs. somativa, rigorosa vs. ritualística, baseada em objetivos vs. livre de objetivos...).
- CONSUMIDOR: Quem é impactado pelos efeitos diretos e indiretos do avaliado, o 'grupo impactado ao final da linha'.
- RECURSOS: O que está disponível para uso pelo ou para o avaliado?
- VALORES: A fonte dos parâmetros para converter fatos em conclusões avaliativas.
- PROCESSO: Aplicam-se os valores identificados no ítem 5 ao processo que identificou-se na Descrição (ítem 1). Em seguida aplica-se aos Recursos (ítem 4).
- RESULTADOS: Quais efeitos são produzidos pelo avaliado, intencionais ou não?
- CUSTOS: Monetário vs. Psicológico vs. De pessoal vs. Tempo vs. Espaço; inicial de. Recorrente; direto vs. Indireto; nominal vs. Descontado; atual vs de oportunidade; por componentes; quando apropriados.
- COMPARAÇÕES: com opções alternativas - inclua opções reconhecidas e não reconhecidas, as disponíveis atualmente das que podem ser construídas.
- GENERABILIDADE: Utilidade, se usado por ou para outras pessoas/ lugares/tempos/versões.
- SIGNIFICÂNCIA: Uma classificação da importância geral, aplicada a uma síntese, custo-eficácia.
- RECOMENDAÇÕES: Elas podem ou não serem solicitadas, e podem ou não acompanhar uma avaliação.
- RELATÓRIO: O vocabulário, extensão, formato, meio, tempo, localização e pessoal para apresentação.
- META-AVALIAÇÃO: Este ponto de verificação é a ligação para um segundo nível de avaliação - Avaliação da avaliação da avaliação).
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Thesaurus Brasileiro da Educação
Thesaurus Brasileiro da Educação
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Dicionário da Avaliação
De Michael Patton, Michel Scriven e outros.
Tipos de Avaliação
BASEADO NOS ESCRITOS DE MICHAEL SCRIVEN
AVALIAÇÃO
O processo de determinação do mérito, valor ou valor de algo; ou o produto desse processo. As características especiais da avaliação, como um tipo particular de investigação (distinto, por exemplo, da pesquisa empírica tradicional nas ciências sociais).
Avaliação Absoluta
Avaliação expressa categórica ou incondicionalmente, em vez de relativamente, a determinado conjunto de valores.
Avaliação Arquitetônica
Envolve uma estrutura de lógica e uma camada externa de estética.
Avaliação autorrealizada
Avaliação reativa que traz à tona sua própria verdade e não seria verdadeira sem que fosse anunciada ou publicada.
Avaliação Autorrefutante
Avaliação cuja publicação traz à tona sua falsificação.
Avaliação Baseada em Objetivos
Qualquer tipo de avaliação baseada nas metas e objetivos do programa, pessoa ou produto, bem como no conhecimento destes e referenciada a eles.
Avaliação Baseada no Consumidor
Abordagem para a avaliação de (normalmente) um programa que começa com e se concentra no impacto sobre o consumidor ou clientela, ou – para ser mais exato – em total a população impactada.
Avaliação Conjunta
Avaliadores individuais de um grupo de projetos colaboram com um 'avaliador de grupo' para identificar problemas especiais que possivelmente possam solucionar juntos.
Avaliação da Implementação
Retorno ao mero monitoramento dos resultados de um programa. É mais fácil implementar; é mais difícil melhorar.
Avaliação de Alunos
Pode significar avaliação dos alunos, normalmente realizada por seus instrutores, realizada por alunos, normalmente de seus instrutores, avaliação do trabalho dos alunos, isto é, avaliação de desempenho.
Avaliação de argumentos
Distanciando-se do tudo ou nada, este tipo de avaliação avalia argumentos como mais fortes ou mais fracos, melhores ou piores. É apenas parte da lógica informal.
Avaliação de caixa-preta
Termo que se refere pejorativamente a uma avaliação somativa global, normalmente breve, é fornecida sem quaisquer sugestões para melhoria.
Avaliação de Componentes
Um componente de algo avaliado normalmente é uma parte física ou temporalmente discreta dele. A avaliação global ou holística de algo, pelo contrário, não envolve qualquer identificação, tampouco avaliação de seus componentes.
Avaliação de Desempenho
Avaliação de uma realização específica, na forma de resultado ou processo. Distingui-se avaliação pessoal de avaliação de desempenho.
Avaliação de Discrepância
Identifica as lacunas entre objetivos vinculados ao tempo (marcos) e o desempenho real nas dimensões dos objetivos.
(continua...)
...
Dicionário da Avaliação acesso restrito
E-mail gestaodaavaliacao@gmail.com
Dicionário da Avaliação
https://dicionarioava.blogspot.com/2019/08/dicionario-de-avaliacao.html?m=1
https://dicionarioava.blogspot.com/2019/08/dicionario-de-avaliacao.html?m=1
sábado, 7 de setembro de 2019
OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, ou OECD, em inglês) é uma organização internacional dos países desenvolvidos comprometida com os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado. Sua sede fica em Paris, na França. Foi criada em 30 de setembro de 1961, sucedendo à Organização para a Cooperação Econômica Européia, criada em 16 de abril de 1948.
Objetivo
• apoiar um crescimento económico duradouro;
• desenvolver o emprego;
• aumentar o nível de vida;
• manter a estabilidade financeira;
• ajudar os outros países a desenvolverem as suas economias;
• contribuir para o crescimento do comércio mundial.
A OCDE também partilha os seus conhecimentos e troca de ideias com mais de 100 outros países e economias, desde o Brasil, China, Rússia e África do Sul até os países menos desenvolvidos da África.
A Dezembro de 2012, a OCDE tem 25 estados não membros com o estatuto de observadores ou participantes de pleno direito nas suas Comissões. Cerca de 50 não membros participam nos grupos de trabalho, regimes ou programas. A OCDE mantém um diálogo político com o propósito de partilhar as opiniões sobre quais são as melhores práticas a seguir.
Diretrizes para multinacionais
Conceito e Princípios
1. As Diretrizes são recomendações conjuntamente dirigidas pelos governos às empresas multinacionais. Estabelecem princípios e padrões de boa prática, consistentes com a legislação aplicável e os padrões reconhecidos internacionalmente.
2. Os negócios internacionais sofreram grandes alterações estruturais e as próprias Diretrizes evoluíram de modo a refletir essas mudanças. Com o crescimento das indústrias de conhecimento intensivo e a expansão da economia da internet, as empresas de serviços e tecnologia desempenham um papel cada vez mais importante no mercado internacional.
3. As empresas também promoveram o diálogo social sobre o que constitui conduta responsável empresarial e trabalharam com as partes interessadas, inclusive no contexto de iniciativas multiparticipativas (multi-stakeholder) para desenvolver orientações para a conduta responsável das empresas.
4. A OCDE tem contribuído com aspectos importantes para este processo (padrão internacional) através do desenvolvimento de padrões que abrangem áreas como meio ambiente, luta contra a corrupção, interesses do consumidor, governança corporativa e tributação.
As empresas devem:
1. Contribuir para o progresso econômico, ambiental e social, de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável.
2. Respeitar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente dos afetados por suas atividades.
3. Encorajar a construção de capacidades em nível local em estreita cooperação com a comunidade local, incluindo os interesses empresariais, bem como desenvolvendo as atividades da empresa nos mercados nacional e internacional, de forma compatível com a necessidade de boas práticas comerciais.
4. Encorajar a formação de capital humano, nomeadamente criando oportunidades de emprego e facilitando a formação dos trabalhadores.
As empresas devem:
1. Contribuir para o progresso econômico, ambiental e social, de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável.
2. Respeitar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente dos afetados por suas atividades.
3. Encorajar a construção de capacidades em nível local em estreita cooperação com a comunidade local, incluindo os interesses empresariais, bem como desenvolvendo as atividades da empresa nos mercados nacional e internacional, de forma compatível com a necessidade de boas práticas comerciais.
4. Encorajar a formação de capital humano, nomeadamente criando oportunidades de emprego e facilitando a formação dos trabalhadores.
5. Abster-se de procurar ou aceitar exceções não previstas no quadro legal ou regulamentar, relacionados a direitos humanos, meio ambiente, saúde, segurança, trabalho, tributação, incentivos financeiros ou outros assuntos.
6. Apoiar e defender os princípios da boa governança corporativa.
7. Elaborar e aplicar práticas de autorregulação e sistemas de gestão eficazes.
8. Promover conscientização e cumprimento por parte dos trabalhadores empregados pelas empresas multinacionais no que diz respeito às políticas da empresa através de divulgação adequada dessas políticas, inclusive através de programas de formação.
Obs: Além de promover nas empresas a saúde ocupacional, empregar pessoal local. Estabelecer e manter um sistema de gestão ambiental apropriado à empresa: impacto positivo no ambiente, A fixação de objetivos mensuráveis e, quando apropriado, de metas no que se refere à melhoria do seu desempenho ambiental e utilização de recursos. Monitoramento do progresso. Manter planos de contingência para prevenir, mitigar e controlar danos graves causados por suas atividades ao meio ambiente e à saúde, incluindo os acidentes e situações de emergência; estabelecendo os mecanismos necessários para alertar de imediato as autoridades competentes.
Combate à Corrupção, à Solicitação de Suborno e à Extorsão
As empresas não deverão, direta ou indiretamente, oferecer, prometer, dar ou solicitar suborno ou outras vantagens indevidas, com vistas a obter ou conservar negócios ou outras vantagens inapropriadas. As empresas deverão, também, resistir à solicitação de suborno e extorsão.
Interesses do Consumidor
Ao tratarem com os consumidores, as empresas deverão reger-se por práticas corretas e justas no exercício das suas atividades comerciais, publicitárias e de comercialização, devendo tomar todas as medidas razoáveis para garantir a qualidade e a confiabilidade dos bens e dos serviços que forneçam.
Concorrência
As empresas deverão:
Realizar suas atividades de maneira consistente com todas as leis e regulamentações de concorrência aplicáveis, levando em conta a legislação sobre concorrência de todas as jurisdições em que as atividades possam ter efeitos anticoncorrenciais.
Tributação
É importante que as empresas contribuam para as finanças públicas dos países de acolhimento, cumprindo pontualmente as obrigações fiscais que lhes competirem.
Fonte http://www.fazenda.gov.br/assuntos/atuacao-internacional/ponto-de-contato-nacional/diretrizes-da-ocde-para-empresas-multinacionais em 07 de setembro de 2019.
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
O Papel da Ação na concepção aristotélica da felicidade
Na filosofia prática de Aristóteles, a teoria da ação tem uma posição central. De fato, a definição de felicidade que encontramos na Ethica Nicomachea e na Ethica Eudemia baseia-se essencialmente na noção de atividade: “o bem humano resulta ser a atividade da alma segundo virtude”, diz ele; e diz ainda: “a felicidade será atividade de uma vida completa segundo virtude completa”. Nestas passagens encontramos, propriamente, o conceito de energeia e não o de praxis. Mas, para Aristóteles, a energeia humana é feita de praxeis: “digamos que o operar próprio do homem seja um certo tipo de vida e que esta consista em uma atividade e em ações da alma unidas a razão”, diz ele, e: “digamos que as ações, e as atividades, que dizem respeito à alma são [os bens] relativos à alma". O homem feliz é aquele que é capaz de realizar as kalai praxeis ou praxeis kat’areten: belas ações, ou ações segundo virtude. A definição de felicidade e de bem humano resulta, portanto, ser fundada sobre o conceito de praxis. A determinação da felicidade humana traz consigo o conhecimento do que seja uma praxis. (...)
A ação é princípio da virtude em sentido causal: o agir bom produz a virtude e o agir mau produz o vício. Por exemplo, se alguém se habitua a realizar ações corajosas, torna-se corajoso e se alguém se habitua a realizar ações vis, torna-se vil.
(Analytica: Revista de Filosofia, Carlo Natali) Baixe o texto completo
https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/393/350
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