quinta-feira, 2 de julho de 2020

Paciência e flexibilidade

PACIÊNCIA E FLEXIBILIDADE
Neste momento para quem estuda é tudo novo, a maioria. Para quem ensina também. Não é um EAD tradicional, que todos acessam algo pronto. Há interação, há conectividade. Há até muita criatividade. Ensinar com calor humano por meio digital. E a internet? Caindo, voltando, lenta e satisfatória... A gente acaba se acostumando. Mas muita, muita paciência. Maneira de ensinar com muita flexibilidade. Arquivo em Word, PDF, PPT, áudio, vídeo, aplicativo, plataforma, grupo Whatsapp... Paciência, pois ensinar não é reprovar, é fazer o aluno aprender, desenvolver, crescer. Mudar e transformar. Quando recebo dos meus alunos resposta pelo Whatsapp, mostrando o que aprenderam, não com textos e laudas rebuscadas de erudição, mas num bate papo descontraído e cheio deles mesmos, fico muito feliz. Em meio aos intempéries da vida, encontraram tempo para ler e assimilar. Uma educação libertadora, se desfaz de todo autoritarismo, de toda tradicionalidade arcaica e evolui, moderniza. Quem cria barreiras para isto está fadado ao ostracismo. Envelhece envelhecendo, ensina sem ensinar.  Parabéns a todos, alunos, alunas, professoras e professores, quem em meio as dificuldades não desistem e continuam, permanecem e fazem história!
Do aluno e professor Márcio Ruben

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Abordagens Avaliativas


Procedimento para Avaliação CIPP
Concentrar-se na Avaliação
Nível da Avaliação Identifique o(s) principal(is) nível(eis) de tomada de decisão a ser atendido(s), como municipal, estadual ou nacional.
Projeção de situações Para cada nível da tomada de decisões, projete as situações em que as decisões serão tomadas e descreva cada uma delas em termos de local, foco, prioridade, momento e composição de alternativas.
Definição de Critérios Defina critérios para cada situação de tomada de decisões especificando as variáveis a ser medidas e os padrões a ser usados no julgamento das alternativas.
Definição de Políticas Defina as politicas dentro das quais o avaliador tem de operar.
Coleta de informações
Fonte Especifique a fonte de informações a ser coletadas.
Instrumentos Especifique os instrumentos e os métodos para coletar as informações necessárias.
Procedimento Especifique o procedimento de amostragem a ser empregado_
Condições Especifique as condições e o momento da coleta de informações.
Organização das informações
Formato Defina um formato para as informações a ser coletadas_
Meio Designe um meio para realizar a análise.
Análise das Informações
Procedimentos Selecione os procedimentos analíticos a ser empregados.
Meio Designe um meio para realizar a análise
Relatório das informações
Definição Defina os interessados nos relatórios da avaliação.
Meio Especifique meios para dar informações aos interessados.
Formato Especifique o formato de relatórios de avaliação ou sessões de apresentação.
Momento Determine o momento de apresentar as informações.
Gestão da avaliação
Horários Resuma os horários de apresentação da avaliação.
Necessidades Defina as necessidades em termos de equipe e recursos e planeje a satisfação dessas necessidades.
Meios Especifique os meios necessários para atender as exigências políticas para realizar a avaliação.
Potencial Avalie o potencial do plano de avaliação para fornecer informações que sejam válidas, confiáveis, verossímeis, oportunas e gerais (isto é, que alcancem todos os interessados relevantes).
Datas Especifique e fixe datas para a atualização periódica do plano de avaliação.
Orçamento Apresente um orçamento do programa completo de avaliação.

Fonte: Whorten Avaliações de Programas, 2004 / Adaptação Márcio Ruben Tabela, 2020.

https://equipeavaliadores.blogspot.com/

Modelo de avaliação CIPP Contexto, Insumo, Processo e Produto
Tipo Descrição Propósito
Contexto A avaliação do contexto serve para decisões de planejamento. Determinar que necessidades precisam ser atendidas por um programa ajuda a definir seus objetivos.
Insumo A avaliação do insumo serve para decisões de estruturação. Determinar que recursos estão disponíveis, que estratégias alternativas do programa devem ser consideradas e que plano parece ter o maior potencial para atender as necessidades e facilitar a criação de procedimentos do programa.
Processo A avaliação do processo serve para decisões de implementação. Qual é o grau de êxito da implementação do programa? Que barreiras ameaçam seu sucesso? Que revisões são necessárias? Depois que essas perguntas forem respondidas, será possível supervisionar, controlar e refinar os procedimentos.
Produto A avaliação do produto serve para decisões de reciclagem. Que resultados foram obtidos? Até que ponto as necessidades foram reduzidas? O que deverá ser feito com o programa depois que ele chegar a seu termo? Essas perguntas são importantes para julgar o que o programa conseguiu realizar.

Fonte: Whorten Avaliações de Programas, 2004 / Adaptação Márcio Ruben Tabela, 2020. https://equipeavaliadores.blogspot.com/ Fonte: Whorten Avaliações de Programas, 2004 / Adaptação Márcio Ruben Tabela, 2020. https://equipeavaliadores.blogspot.com/

Abordagens Avaliativas de Programas
Tipo Descrição Critério
Centrada em objetivos Metas e objetivos a serem atingidos Resultados a alcançar
Centrada na administração Necessidade de informação dos administradores Tomada de decisão
Centrada no consumidor Informações avaliatórias sobre produtos, serviços e congêneres Informação qualitativa
Centrada em especialistas Aplicação direta de especialistas profissionais Expertise profissional
Centradas nos adversários Baseada nos prós e contras Diferentes pontos de vista
Centrada no participante Ênfase nos interessados no objeto da avaliação Opinião dos participantes

domingo, 28 de junho de 2020

"Projetos de pesquisa envolvendo seres humanos deverão atender a esta Resolução" CNS

Ministério da Saúde
Conselho Nacional de Saúde

RESOLUÇÃO Nº 466, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2012

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde em sua 240ª Reunião Ordinária, realizada nos dias 11 e 12 de dezembro de 2012, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, e

Considerando o respeito pela dignidade humana e pela especial proteção devida aos participantes das pesquisas científicas envolvendo seres humanos;

Considerando o desenvolvimento e o engajamento ético, que é inerente ao desenvolvimento científico e tecnológico;

Considerando o progresso da ciência e da tecnologia, que desvendou outra percepção da vida, dos modos de vida, com reflexos não apenas na concepção e no prolongamento da vida humana, como nos hábitos, na cultura, no comportamento do ser humano nos meios reais e virtuais disponíveis e que se alteram e inovam em ritmo acelerado e contínuo;

...

Continua na Página Resolução 466/CNS


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